segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Sans passion il n'y a pas d'élévation






Sans passion il n'y a pas d'élévation, ouvi esta citação num programa de televisão francês sobre chefs de cozinha. Mas parece-me que é uma afirmação transversal a tudo na vida.
 
Sem paixão não faríamos loucuras por amor, eu não teria oferecido um Jack Russel ao meu R. sem pensar nas consequências ( Pépi, we love you!!! lol Este será certamente tema de um post). Também não teria deixado tudo...trabalho família, amigos e estabilidade pelo meu marido e talvez também não estivesse a fazer as malas para regressar a Portugal.
 
É a paixão que nos move, que nos leva a correr atrás daquilo que nos faz bem, que nos faz sorrir, seja profissão ou amor.
 
Hoje venci uma pequena batalha, passei os casos clínicos que me dão entrada direta na sala do exame final de reabilitação da Universidade do Tennessee. Sim, estou orgulhosa, até porque durante meses segui estes animais e durante outros tantos meses não tive fins de semana para concluir os 5 casos que me deram muitas dores de cabeça. O Rodolfo teve que aturar muitas birras, teve paciência para ler os longos casos, todos em inglês, sobre temas que ele nem gosta muito (ortopedia, neurologia e osteoartrose)...coitado do homem! Oui, mereces este agradecimento público! ; )
 
Tenho 2 anos para fazer o exame, o dilema impõe-se...será este o melhor momento para o fazer (em Outubro) ou aguardo? Esta semana volto a Portugal, tenho que me ocupar das obras daquela que vai ser a nossa casa, quero focar-me na minha procura de emprego na indústria farmacêutica e posso não ter dias disponíveis para estudar (estudar a sério) ou mesmo dias para ir fazer o exame a Palma de Maiorca (que tentador não é? mas para estar um  dia inteiro dentro de uma sala de hotel a fazer exames teóricos e práticos é indiferente estar ao pé da praia ou no meio do deserto). Mais uma vez, eu e o Rodolfo temos pontos de vista diferentes (talvez ele vos brinde com a perspetiva dele). Vamos ponderar e decidir juntos (vá, eu geralmente tento sempre explicar porque é que estou certa!).
 
Mas hoje é dia de agradecer e festejar esta pequena vitória! Jantar especial para nós, em casa pois está claro, porque com 18 internados e outras tantas consultas, não tenho dúvidas de que o Rodolfo não chega antes das 22h...
 
Até Breve!
 

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